segunda-feira, 4 de maio de 2026

A LEI NA MEMÓRIA:

RAÍZES DA LIBERDADE


Olá a todos!

"A história inicia-se no passado para o presente usufruir da liberdade."

Fiquem atentos para descobrir mais sobre as reflexões e o impacto destas Constituições na vida dos entrevistados! 👇

https://drive.google.com/file/d/1D8RbrWvvm_zPciaI4fHOO21gbkbGECbo/view

https://drive.google.com/file/d/13aO7X7dU1cSMNmq4ZBPgj-2uSnbMGozs/edit

https://drive.google.com/drive/folders/1mOtY9rY7RiYWDYeDfbz-2KWTUxeF8U9W 


                                                      
A História não é apenas um conjunto de datas gravadas em monumentos ou impressas em manuais escolares. Ela é um processo contínuo, feito de vozes, escolhas e conquistas. No âmbito da disciplina de História A, os alunos do 11º ano colocaram à prova exatamente isso: a história faz-se a ouvir quem a ajudou a construir. A recolha de testemunhos foca-se em dois pilares fundamentais da nossa identidade política e social:

   Os 200 anos da Carta Constitucional (1826): O primeiro grande fôlego de moderação e tentativa de estabilidade no Portugal liberal do século XIX.

  Os 50 anos da Constituição da República Portuguesa (1976): O documento que devolveu a dignidade aos cidadãos e consolidou a nossa democracia após décadas de ditadura.

A escolha do 23 de abril para a apresentação de alguns testemunhos não é ocasional. É neste dia que os princípios inscritos na nossa Constituição — como o direito ao trabalho, a liberdade de associação e a justiça social — ganham corpo nas ruas e na voz das pessoas. As entrevistas realizadas revelam que, para a nossa comunidade, estes marcos não são conceitos abstratos. São histórias de vida.

 Ao trazer as entrevistas feitas pelos colegas do 11º ano para os alunos do 10º e 11º anos, a escola cumpre a sua missão mais nobre: fazer a história viva.

Convidamos toda a comunidade educativa a conhecer estas histórias. Mais do que nomes em livros, estes testemunhos são o espelho de quem somos. A liberdade que hoje usufruímos é o resultado de lutas passadas, e conhecê-las é a melhor forma de as honrar e proteger.

Obrigado a todos os que partilharam a sua história connosco!

sexta-feira, 24 de abril de 2026

 DA MONARQUIA À DEMOCRACIA:

DO VOTO À LIBERDADE

No passado dia 23 de abril, a nossa Biblioteca Escolar transformou-se num verdadeiro palco da História. Numa iniciativa que uniu gerações e ideais, os alunos do 11.º ano guiaram-nos numa viagem memorável sob o mote "Da Carta ao Cravo", celebrando dois pilares da nossa identidade: os 200 anos da Carta Constitucional de 1826 e os 50 anos da Constituição de 1976.

A sessão iniciou-se com um salto no tempo. Através de uma simulação gravada, recuámos às Cortes Constituintes de 1821. Foi fascinante ouvir os alunos a  darem voz aos debates de outrora sobre o direito ao voto. Ali compreendemos que o que hoje nos parece natural — o gesto de votar — foi uma conquista árdua, fruto de uma resistência complexa e corajosa.

Mas a reflexão não ficou pelo século XIX. O foco virou-se para a nossa realidade com a apresentação de algumas entrevistas a cidadãos comuns sobre a "Constituição de abril". Através do olhar da comunidade, percebemos como a lei fundamental do país molda o nosso dia a dia e garante a nossa liberdade.

O momento mais dinâmico surgiu com o debate aberto. Que futuro queremos escrever:

- Inovação: Que novos artigos acrescentaríamos à nossa Constituição hoje?        

- Valores: Que princípios defendemos atualmente para a nossa geração e para a escola?

Esta comemoração “eco do passado e a voz do presente” encheu-se com as notas do Hino da Carta Constitucional, seguidas pelo nosso Hino Nacional. Dois hinos, duas épocas, mas o orgulho de seremos autores da nossa própria história.

"A democracia não é um estado estático, mas uma construção contínua onde a nossa voz é o principal tijolo."📙

A BE e os alunos do 11º ano agradecem a todos os presentes, colegas, Diretor da Escola, Presidente da Junta de Freguesia de Belmonte e Câmara Municipal.

Viva a Liberdade!


quinta-feira, 23 de abril de 2026

CORTES CONSTITUINTES DE 1821

    Sob a orientação da disciplina de História A, os alunos do 11º ano realizaram uma reconstituição das sessões das Cortes Constituintes de 1821. A atividade centrou-se na problemática do direito de voto, exigindo que cada aluno redigisse propostas individuais sobre a elegibidade e o sufrágio. Na Biblioteca Escolar, o debate da sessão de abertura, sob a presidência da Dr.ª Inês Melo, foi marcado pelo uso rigoroso de terminologia histórica e pela análise crítica dos artigos constitucionais. Foi com vivo entusiasmo e agudeza de espírito que se discutiram as clivagens entre a cidadania ativa e passiva, esmiuçando-se os artigos constitucionais com uma proficiência que honra os primeiros obreiros do nosso Constitucionalismo.

 Tamanha foi a vivacidade desta jornada que o Professor Paulo Santos, valendo-se de modernos engenhos de registo, fixou em película a memória destes trabalhos, para que a posteridade conheça o brio e a luz intelectual desta nova geração de cidadãos.📙

https://aepacb-my.sharepoint.com/:v:/g/personal/paulosantos_aepac_pt/IQAY2-HjQGaQQbyPMtGwSBDeAa-IyCbX76deCieYqIosowk?e=93LKAq&nav=eyJyZWZlcnJhbEluZm8iOnsicmVmZXJyYWxBcHAiOiJPdXRsb29rIiwicmVmZXJyYWxNb2RlIjoibWlzIiwicmVmZXJyYWxWaWV3IjoidmlkZW9hY3Rpb25zLXNoYXJlIiwicmVmZXJyYWxQbGF5YmFja1Nlc3Npb25JZCI6IjUyMTAyMjMxLTA5Y2MtNDRmMy04NmI2LWY1MGQzYjYyMjAxNiJ9fQ%3D%3D

Viva a Constituição! Viva a Nação Poturguesa!

quarta-feira, 22 de abril de 2026

DA MONARQUIA À DEMOCRACIA:
DO VOTO À LIBERDADE


Numa viagem histórica, na BE dia 23 de abril iremos celebrar dois marcos fundamentais da nossa identidade política: 200 anos da Carta Constitucional de 1826 e os 50 anos da Constituição de 1976. A atividade protagonizada pelos alunos do 11º ano irá apresentar uma simulação gravada do debate das Cortes Constituintes de 1821, onde os discentes deram voz à tensão da época – direito ao voto.

Este direito foi uma conquista árdua e complexa.

Segue-se também a apresentação de vídeos de diversas entrevistas a cidadãos sobre a Constituição de abril concretizadas pelos alunos do 11ºano.

Finalmente surgirá um debate aberto a todos os participantes.



No dia em que celebrámos o nosso patrono, Pedro Álvares Cabral, a nossa escola não se limitou a recordar o passado — viveu-o! Com o objetivo de homenagear esta figura central da nossa história e promover a partilha entre alunos, professores e comunidade educativa, transformámos o dia a dia escolar numa verdadeira experiência imersiva. Durante o almoço, na cantina alguns alunos declamaram poemas. E para surpresa de todos os comensais apareceram algumas figuras importantes da nossa história:
A dar as boas vindas a todos surgiu Pedro Álvares Cabral acompanhado por Vasco da Gama e por Pero Vaz de Caminha, que registou todos os pormenores importantes que ia observando e descobrindo na nossa cantina. Pelo caminho, apareceu também uma Nobre que parecia estranhar a falta de criados, bem como o vestuário muito pouco cuidado dos presentes
Mas o realismo não ficou por aqui: entre um Marinheiro que jurava ter visto sereias perto da cantina e uma Trabalhadora do Cais — que, com um suspiro dramático, nos contava as saudades do marido que partira na armada de Gama — a História ganhou rosto, voz e muita personalidade!

Os alunos do 8º ano declamaram poemas que escreveram na aula com a docente da diciplina de  português.

A grande novidade deste ano foi a Exposição Sensorial, que transformou o refeitório num espaço de descoberta através dos sentidos. Sob o mote "Uma Viagem pela História à Mesa", os alunos puderam:

•  Tocar, Ver, Sentir e Cheirar: Explorar a riqueza das especiarias, a textura dos frutos,  os artefactos da época que outrora cruzaram oceanos e nos transportaram para o século XVI.

Foi um dia memorável de vivência histórica, onde o legado de Cabral foi descoberto através de sentidos e sabores, fortalecendo a nossa identidade e o espírito de união da nossa comunidade.

                                                                                                           
   EXPOSIÇÃO SENSORIAL


O departamento de Ciências Sociais e Humanas agradece a colaboração do Projeto Jump E9G.